Década de 40 do Século XX. Ponte de pedestres sobre o Rio Bengalas entre as atuais Avenidas Comandante Bittencourt e Avenida Galdino do Valle Filho. Acervo Digital Castro - Nova Friburgo Brasil
Década de 20 do século XX. O Rio Bengallas entre as atuais Avenidas Galdino do Valle Filho e Comte Bittencourt. À esquerda, o “Castelinho”, demolido para a construção do parque aquático do “Clube dos 50”. Ao fundo, a pedra do “Cônego”. Ao centro, vemos a ponte em madeira, antes da construção da atual “Ponte em arcos” ou “Ponte Branca”. Acervo Digital Castro. Nova Friburgo - Brasil.
Ponte Branca sobre o Rio Bengala. Ao fundo, o prédio do Sanatório Naval em Nova Friburgo, e a “Pedra do Elefante” ou “Pedra do Cônego”.
Ponte de madeira sobre o encontro dos “Rios Lumiar” e “Macaé” em Lumiar. Foto: Osmar de Castro
Junho de 2010 – Ponte ferroviária sobre o rio Grande, de estrutura treliçada de aço, construida pelos ingleses em 1873, sobre o Rio Grande de Cima. Foto: osmar de Castro
HISTORICO DA LINHA: O que se convencionou chamar de Linha do Cantagalo pela Estrada de Ferro Leopoldina correspondia a apenas parte da E. F. Cantagalo, ferrovia original da região. Entre 1860 e 1873, a linha foi construída e aberta entre Porto das Caixas e Macuco, além da cidade de Friburgo. Essa linha originalmente tinha a bitola de 1,676m, depois reduzida para 1,109m e finalmente para métrica. O prolongamento desde a estação de Cordeiro, nesse trecho, até Portela, às margens do rio Paraíba do Sul, somente foi aberto por pequenos trechos, entre 1876 e 1890, e esse trecho no início era chamado de Ramal Férreo do Cantagalo. Em 1890 a Leopoldina já era dona de todo o trecho, e passou a utilizar o termo Linha do Cantagalo. Esta linha foi fechada por partes: entre Cachoeira de Macacu e Portela a supressão ocorreu em 1967, enquanto que o trecho inicial foi suprimido em 1973. Os trens de passageiros acabaram antes: entre 1962 e 1963 no trecho Cantagalo-Portela e em 15 de julho de 1964 no trecho Cachoeira de Macacu-Cantagalo. Em 1969, o trecho inicial do ramal também teve os trens cancelados.
Década de 30 do século XX. A ponte ferroviária sobre o rio Grande, de estrutura treliçada de aço contraventada por três arcos. Acervo Digital Castro.

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A Estação de Riograndina e a ponte de ferro com estrutura treliçada de aço contraventada por três arcos, construída em 1873 pelos ingleses. (atualmente foi adaptada para uso rodoviário). Foto: osmarcastro
A estação foi aberta com o nome de Rio Grande, em 1876. O prédio atual é o original, terminado três meses antes da inauguração da estação. A vila de Riograndina, atualmente, é um distrito de Nova Friburgo, praticamente ligado ao núcleo urbano da cidade. Na época do trem, até meados dos anos 60, Riograndina apesar de já ser distrito, era considerada zona rural. Os trens de passageiros nesse trecho foram desativados em 15/7/1964. Nos anos 1980 cogitou-se de criar ali um "museu do trem" mas a idéia não seguiu adiante.
Locomotiva da E. Ferro Leopoldina que, no passado, serviu a Nova Friburgo e restante do interior do Estado. Com a extinção do ramal, por ser obsoleto e anti-econômico, foi presenteada à cidade em 1966, e colocada como monumento, pela Rede-Ferroviária Federal, na Praça Pres. Getúlio Vargas. Na década de 70, por ordem da Prefeitura, foi destruída a maçarico e transformada num monte de sucata. No local foi construído um coreto, sem qualquer finalidade, por não comportar nenhuma das bandas de música da cidade. Acervo Digital Castro
Fotos: acervo Digital Castro – Nova Friburgo Brasil
Junho de 2010. Vista aérea do bairro Village, do Rio Bengala, do prédio da Faculdade de Odontologia de Nova Friburgo, O Colégio Anchieta e sua piscina coberta, as Avenidas Engenheiro Hans Gaiser, Presidente Costa e Silva e Euterpe Friburguense, o prédio do Colégio Nossa Senhora das Mercês, além dos prédios residenciais existentes. Observe que Nova Friburgo é sempre cercada de muito verde, mesmo em um bairro no centro da cidade.
Junho de 2010 - Detalhe do prédio do Colégio Anchieta da Companhia de Jesus, fundado em 1886, no antigo “Casarão” conhecido pelos colonos suíços como “Chateau du Roi” ou “Castelo do Rei”. As palmeiras “Imperiais” dão um charme paisagisto a mais ao prédio de grande valor histórico.
Abril de 2010. Vista aérea do Bairro Villa Nova, onde observamos as instalações da Fábrica de Ferragens Haga, A Casa “São Vicente de Paula”, O “Hospital Municipal Raul Sertã” , O prédio do 6º Grupamento de Bombeiro Militar de Nova Friburgo, as Avenidas Roberto Silveira e Hans Gaiser, e o campo de futebol da Policia Militar. Foto: Osmar de Castro.
Tapete da Igreja do Imaculado Coração de Maria e São Pedro e São Paulo em Duas Pedras. Foto: Osmar de Castro
Avenida Alberto Braune – Tapete do 6º Grupamento de Bombeiro Militar de Nova Friburgo, na Avenida Alberto Braune. Foto: Osmar de Castro
O fato, na época, havia sido levado também ao conhecimento do bispo Jacques de Pantaleón, que quase duas décadas mais tarde viria a ser eleito o papa Urbano IV, e ele próprio estenderia a solenidade a toda a igreja. O fator que deflagrou a decisão do papa e que confirmaria a antiga visão de Santa Juliana ocorreu por um grande milagre no segundo ano de seu pontificado: o milagre eucarístico de Bolsena, na Itália, onde um sacerdote tcheco, padre Pietro de Praga, colocando dúvidas sobre a presença real de Cristo na eucaristia depois da consagração do pão e o vinho, viu brotar sangue na hóstia consagrada (semelhante ao milagre de Lanciano, ocorrido no século VII). O fato foi levado ao Papa Urbano IV, que encarregou o bispo de Orvieto a levar-lhe as alfaias litúrgicas embebidas com o sangue de Cristo. Instituída desde então, a data foi marcada por concentrações, procissões e outras práticas religiosas, de acordo com o modo de ser e de viver de cada país e localidade.
Detalhe da confecção do tapetes de “Corpus Cristi” na Avenida ALberto Braune.
Tapete artesanal na entrada principal da Catedral de São João Batista na Avenida Alberto Braune. Fotos: Osmar de Castro - Nova Friburgo Brasil
Tapete do E.C.C. Encontro de Casais com Cristo - Conselho Diocesano na Avenida Alberto Braune.
Detalhe frontal do Crevrolet 1928. Observe acima e no centro, o Boyce Motometer, patenteado em 1912, que é um medidor/ termômetro que lê a temperatura do vapor do radiador.
Chevrolet 1928, o carro mais antigo presente na exposição, uma verdadeira preciosidade. Observe os raios da rodas em madeira e o quebra vento com vidro bisotado. 
XI Encontro de Veículos Antigos de Nova Friburgo

Acima um fusca com a famosa “placa preta”, que isenta o carro de impostos, e outras taxas, pois o mesmo passa a ser uma jóia de colecionador, exclusiva, uma raridade.
XI Encontro de Veículos Antigos de Nova Friburgo, promovido pela Associação de Carros Antigos de Nova Friburgo (Acanf), nas dependências do Nova Friburgo Country Clube, nos dias 29 e 30 de maio de 2010.
Vista aérea do bairro Villa Nova, onde fica a Haga S/A Indústria e Comércio, fundada em 1937, é uma empresa de capital aberto e está situada em Nova Friburgo, estado do Rio de Janeiro. Sempre pioneira a HAGA é hoje uma das dez maiores fabricantes de fechaduras do país e seu sistema de gestão é considerado referência.
Acima, cartaz de propaganda da Fábrica Haga. Observar o número do telefone com apenas quatro dígitos: 1325.
Entrada principal da Fábrica Haga na atual Avenida Engenheiro Hans Gaiser, 26 Nova Friburgo – RJ. Telefones: (22) 2522-1552 | 2522-7496 | 2522-4482
Em Conquista, Nova Friburgo você encontra o “Memorial da Colonização Suíça”, que fica aberto a visitação de terça-a-domingo, no horário comercial. Para saber mais sobre Nova Friburgo, seus fundadores, sua cultura, e principalmente sobre seus primeiros habitantes: os “Colonos Suíços”, vale uma visita ao “Memorial da Colonização Suíça”, que fica anexo à “Queijaria Escola”, fundada em 1987, no bairro de Conquista no km 116.
Memorial da Colonização Suíça em Conquista, Nova Friburgo. Foto: Osmar de Castro
Interior do Memorial da Colonização Suíça em Conquista. Foto: Osmar de Castro
Sobrenomes dos primeiros “Colonos Suíços” aqui chegados em 1818.
Quarto de Colonos Suíços no Memorial do Colonizador. Foto: Osmar de Castro



